Talvez o mais expressivo poeta brasileiro neste começo de milênio, Ferreira Gullar já produziu poemas que engrandecem a nossa literatura e mesmo que não queira, alça vôos ainda mais altos, apesar do silêncio dos 80 anos.
O concorrido Prêmio Camões, um dos mais prestigiados da literatura portuguesa, foi reservado para o poeta maranhense, neste ano de 2010, correspondente à 100 mil euros.
No ano de 2002, o acadêmico Antônio Carlos Secchin liderou um movimento pelo Prêmio Nobel de Literatura, mas não obteve o êxito desejado.
Uma vez Gullar, nosso conterrâneo, escreveu que “ a arte existe porque a vida, por si só, não basta”. Nele, a arte e a vida se imitam. É a poesia que sempre está em alguma parte da vida.