Arquivo de julho de 2009

TJ/PB Lança Revista do Foro 2008-2 com a visão jurídica e atual da magistratura do Estado

sexta-feira, 31 de julho de 2009

No final da tarde de ontem (dia 30), em sessão solene foi lançado no salão nobre do Tribunal de Justiça do Estado, o volume 123 da Revista do Foro 2008-2, cujo objeto da obra é valorizar a análise da doutrina e do direito na ótica dos Magistrados Paraibanos. A mesa foi composta pelo presidente do TJPB, Desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior, pelo Vice-Governador Luciano Cartaxo, pelo Deputado João Gonçalves representando o Legislativo Estadual, Desembargadores representantes da Comissão de Divulgação e Jurisprudência do Tribunal e outras autoridades. O público, formado por desembargadores, juízes, procuradores, promotores, defensores públicos e advogados, avaliou a publicação como uma fonte de extrema importância para a consulta atualizada nas áreas Cível e Criminal.

O presidente do TJPB, desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior, definiu o lançamento da Revista do Foro como sendo muito positivo para toda a comunidade que trabalha, cotidianamente, com as leis. “Semestralmente, esta revista vem sendo lançada e sempre traz as mais recentes decisões e as novas orientações jurisprudenciais da Corte. Na parte doutrinária, é importante ressaltar a participação de dois magistrados da Paraíba. Isso é um orgulho para todos nós e deve servir de exemplo para os próximos números”, destacou Ramalho Júnior.

A Revista do Foro tem como presidente o desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, o teceu algumas considerações a respeito da publicação. “Nós, que fazemos a comissão, decidimos investir nos valores da magistratura paraibana, no tocante a parte doutrinária. Entendemos que devemos dar valor a ‘prata’ da casa”.

Abraham Lincoln ainda avaliou o conteúdo doutrinário da revista e destacou os textos cíveis e criminais escritos, respectivamente, pelos magistrados Cláudio Antônio de Carvalho Xavier, da 2ª Vara Cível de Campina Grande, e Rosimeire Ventura Leite, da 1ª Vara de Pombal. O primeiro doutrinador traz um estudo sobre o tema “Do cumprimento da sentença: a nova sistemática e as polêmicas”. Já o texto criminal aborda “O dever de motivar a aplicação da pena”. A respeito dos magistrados, o desembargador disse que são dois juízes que prometem muito para a magistratura. “Esses temas foram escolhidos levando em consideração o momento, a atualidade forense”.

Responsável por apresentar a Revista no Foro, o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque fez uma breve retrospectiva dos mais de 100 anos da publicação, considerada uma das mais antigas do Brasil. “A revista sempre foi muito bem lida e aceita no meio dos operadores do Direito. Há 102 anos, ela expressa o pensamento jurídico do Estado da Paraíba que, por sua vez, se fundamenta no pensamento jurídico infraconstitucional do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e na forma mais atual do Supremo Tribunal Federal (STF)”.

Doutrinadores - A juíza Rosimeire Ventura Leite, doutora em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo, mestre em Direito Constitucional pela Universidade do Ceará e professora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), esclareceu do que se trata, efetivamente, o dever de motivar a aplicação da pena, na área criminal.

“O texto tem um fundamento constitucional, no artigo 93 da Constituição Federal, que aborda o dever de motivar os atos decisórios e, partindo deste contexto geral, nós tratamos o dever de motivar na aplicação da pena, especificamente”. Ela acrescentou, também, que foi destacada a falta de motivação em algumas sentenças e a deficiência de motivação, que são causas de nulidade do ato. “É primordial que o magistrado, no momento de aplicar a pena, justifique da melhor maneira possível suas razões, para que isso atenda as garantias constitucionais.”.

Com especialização na área Cível, o juiz Cláudio Antônio de Carvalho Xavier disse que vem estudando o tema desde a edição da Lei 11.232/2005, que trata sobre o cumprimento da sentença e que trouxe várias modificações no campo do Direito Processual Civil, sobretudo na área da execução das sentenças condenatórias.

“Durante todo este período, eu colacionei acórdãos dos tribunais de todo o país, principalmente do Superior Tribunal de Justiça sobre o tema. Fiz, ainda, uma análise da interpretação que o STJ deu aos pontos mais polêmicos desta lei”, comentou. Cláudio Xavier disse que os leitores da Revista do Foro terão, em mãos, o que há de mais atual sobre a aplicação da Lei 11.232/2005.

A juíza Rita de Cássia Andrade prestigiou o evento.

Congresso de Direito Civil e Processo Civil em Sergipe

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Congresso-1

Acesse: www.direitocivileprocessocivil.com.br

Nome de Santa

domingo, 26 de julho de 2009

Não me reconheço fora da minha íntima alegria, fazendo volta para não cair. Há uma leve ausência de vontade, uma acidez no falar, o movimento do corpo se revela perdido, é o ciclo da vida, misturada a falta de pessoas queridas, pessoas que já se foram, pessoas que não podem voltar.

São momentos de pouca inspiração, de distração, de caminhar sem os pés no chão, de voar sem ter asas batendo contra o vento, de intensa luta entre o estado físico e o espiritual. O espírito é da época, aguerrido, valente e destemido, o corpo é frágil vertente da vida, sujeito a tropeçar.

Em instantes assim, emerge uma força interior, segurando a barreira sem árvores ou terreno a sustentar, é o equilíbrio de todos os tempos, a luz do dia e da noite a me guiar, iluminando a vida, afastando as sombras da angústia e do pesar.

O desânimo surge sem qualquer invocação, mas lhe digo com segurança que deve voltar. Luto contra o que sinto, luto contra o que vejo, luto contra o desafio do infinito desejo, luto contra chama da saudade, contra a lembrança das despedidas frias, distantes, ou mesmo da falta de despedida, luto contra as reprises da mente, por hoje só as necessidades do presente.

De ontem só quero pensar no que foi bom, no que posso festejar, que põe o meu pensamento em descanso, que faz sorrir por dentro de alegria e brincar.

Pode ser que passe longe da história, da memória das gentes, da minha origem, do meu próprio lugar, mas do meu nome muito vai se ouvir falar, ele é pequeno, forte, fácil de pronunciar. No registro trago nome de santa, santa dos aflitos a consolar, na cabeça uma coroa de lutas, de vitórias, e na boca o nome do Senhor Jesus a exultar.

Ignoro a soberba dos ricos, o orgulho dos que exageram na auto - estima, ignoro a indiferença dos apáticos de inconsciência doentia, só respeito à força do trabalho e a inteligência; só imploro o amor e a compaixão do grande criador. Não julgo em mim mesma para não ser julgada, todos somos impuros, todos somos imperfeitos.

Guardo minha língua do mal, e meus lábios das palavras enganosas, não armo ciladas contra meus semelhantes. Quem engana é sempre o mais enganado, é a lei do retorno triplicada, fui jovem e já sou adulta, vi gestos de arrogância e prepotência a expandir-se até nos afetos, agitando o coração e causando gemidos ocultos, tirando as forças e faltando a própria luz nos olhos.

Fiz como uma pessoa que não ouve, que não sente, que não tem na boca réplicas a dar, esperei a tempestade passar, pois não se livra o guerreiro pela grande força, mas pelo silêncio da sua reflexão, pela paciência da espera, e pela chegada do fruto do tempo, mais precioso que o fino ouro.

C.Lunna

“O Início, o Fim e o Meio”

domingo, 26 de julho de 2009

Raul Seixas faleceu em 21 de agosto de 1989, mas desde o começo do ano, uma série de eventos vem sendo realizados para homenagear um dos maiores ídolos do rock nacional. Os 20 anos da morte do cantor e compositor serão lembrados com lançamentos de CD e DVD. O kit “20 anos sem Raul”, inclui documentário mostrando a vida do autor da “Sociedade Alternativa”. Vem também versão em áudio do livro “O Baú do Raul Revirado”, editado pelo jornalista Silvio Essinger.

O ídolo vai chegar ao cinema na trilha do documentário “Raul Seixas – O Início, O Fim e o Meio”, dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel. As duas décadas da partida do autor de “Gita” serão celebrados com vários projetos. O cantor Marcelo Nova, que gravou com ele o Álbum “A panela do diabo” (1989), resgatou o grupo “Os Panteras”, no show “Toca Raul”, realizado durante a Virada Cultural em São Paulo.

As equipes de produção do filme e dos discos estão embarcando para os Estados Unidos, onde residem as viúvas e filhas de Raul, já que suas duas primeiras esposas eram americanas. O Diretor Walter Carvalho disse que durante as filmagens, um jovem quando foi indagado se Raul foi um ídolo, ele disse: “Raul não foi. Raul é um ídolo.

E completamos: Raul não é apenas um ídolo, mas também o representante mais legítimo da juventude do seu tempo, um símbolo do pensamento inteligente, irreverente, uma verdadeira “Metamorfose Ambulante”, que estabelecia uma enorme comunicação através de suas músicas, falando como ninguém de liberdade, amor e paz. Quanta falta… Quanta saudade ele nos traz!

Lima Duarte

sábado, 25 de julho de 2009

 
Nascido Ariclenes Venâncio Martins, o mineiro Lima Duarte chega aos 79 anos de idade com um rol de personagens memoráveis no rádio, televisão, teatro e cinema. Só na grande tela, a experiência de Lima soma 60 anos e dezenas de produções.

Para homenagear esta conquista, o Centro Cultural Banco do Brasil e o curador Amilton Pinheiro promovem a Mostra inédita LIMA DUARTE: PROFISSÃO ATOR. Com patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil, o cronograma do evento inclui, além da exibição de 32 filmes, sessões de debates realizadas durante três quartas-feiras consecutivas com a presença de Lima Duarte e do crítico de cinema Leon Cakoff (CCBB São Paulo, 29/07), e dos cineastas Hermano Penna e Paulo Morelli (CCBB SP 05/08), e Alain Fresnot e Nuno Cesar Abreu (CCBB SP 12/08).

A abertura da Mostra acontece na próxima terça-feira (28) às 19h, no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo, com a exibição de O Preço da Paz, dirigido por Paulo Morelli.

Certezas

sexta-feira, 24 de julho de 2009

 

“Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível…

Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…

E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.

Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…

Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades, às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que tudo valeu a pena.

Mário Quintana

Dalai Lama

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Perguntaram ao Dalai Lama:

O que mais o surpreendia na humanidade?

E ele respondeu:

“Os homens. Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer, e morrem como se nunca tivessem vivido”.

Congresso em outubro/2009

domingo, 19 de julho de 2009

 

Inscrições e informações: www.ibdfam.org.br

Difícil de compreender - Reflexão

sábado, 18 de julho de 2009

 

Às vezes acho que não fiz nada. Não desenvolvi sequer a vontade de crescer. Às vezes me sinto impotente diante da realidade pouco criativa. Às vezes me sinto vivendo por viver.

São instantes de devaneio, vazio, de perguntas sem respostas, mas tão postas perto de mim. Juntei minha vida a quem imaginei possível, levando em conta a história de ontem, o presente do dia. Busco a soma de idéias, a multiplicação de sonhos, a divisão de vontade e a subtração dos restos.

A conveniência sempre fala mais alto, a comodidade ocupa sua cátedra, e a resignação domina na velocidade do tempo. O amor vem de longe, de fora, de dentro, e permanece ativo em seu lugar.

Num gesto de revolta me canso, busco coisas simples, mágicas, alegres, mesmo imperfeitas. Tristeza e saudade batem à porta, resisto atender. Desistir de algo que não pode dar certo é uma forma de vencer. Não fica comigo o desgosto de ter estragado nada. Difícil de compreender.                                              
C. Lunna

Juíza Rita de Cássia Andrade recebe cidadania paraibana

quinta-feira, 16 de julho de 2009


A juíza Rita de Cássia está nos preparativos para receber o título de cidadã paraibana concedido pela Assembléia Legislativa do Estado; já com data marcada para o final de agosto. Depois do evento segue para o exterior, onde iniciará o curso de doutorado em Ciência jurídicas e Sociais. Toda a equipe do site tribunaforense.com está torcendo pelo seu sucesso.