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	<title>Tribuna Forense - Cultura</title>
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	<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 01:01:51 +0000</pubDate>
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		<title>O que toca e me toca&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 01:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Luan Santana
Digitais
Deixou digitais em mim, agora vem pedindo que esqueça.     Deixou digitais em mim, procure alguém melhor que mereça .
Por que você me deixa tão solto,     vou perdendo a cabeça se estou longe de ti.
Eu fico desenhando o passado,     tudo esta atrasado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Luan Santana" border="0" alt="Luan Santana" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/09/luan.jpg" width="320" height="424" /><font color="#0000ff" size="2" face="Arial"><strong> Luan Santana</strong></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial"><strong>Digitais</strong></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Deixou digitais em mim, agora vem pedindo que esqueça.     <br />Deixou digitais em mim, procure alguém melhor que mereça .</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Por que você me deixa tão solto,     <br />vou perdendo a cabeça se estou longe de ti.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Eu fico desenhando o passado,     <br />tudo esta atrasado sem você por aqui.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Me beija sem medo de dizer,     <br />estou a dois passos posso tocar em ti.      <br />E cara a cara entender meu mundo girando só em torno de ti.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Deixou digitais em mim, agora vem pedindo que esqueça.     <br />Deixou digitais em mim, procure alguém melhor que mereça .</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Por que você me deixa tão solto,     <br />vou perdendo a cabeça se estou longe, longe de ti.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Eu fico desenhando o passado,     <br />tudo esta atrasado sem você por aqui.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Me beija sem medo de dizer,     <br />estou a dois passos posso tocar em ti.      <br />E cara a cara entender meu mundo girando só em torno de ti.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Deixou digitais em mim, agora vem pedindo que esqueça.     <br />Deixou digitais em mim, procure alguém melhor que mereça.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Deixou digitais em mim, agora vem pedindo que esqueça.     <br />Deixou digitais em mim, procure alguém melhor que mereça.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Se hoje eu te liguei foi somente pra dizer&#8230;     <br />Uma parte de mim quer que eu te esqueça!</font></p>
<p><font color="#0000ff" size="2" face="Arial">Composição: Lobão / Preta Gouveia</font></p>
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		<title>Almo&#231;o com as estrelas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sônia Guedes, Rita de Cássia Andrade e Messina Palmeira
&#160;Rita de Cássia Andrade, sorrindo para a vida!!
A Coluna RCVIPS, promoveu agradável almoço no Buffet Casa Roccia, distinguindo como “ALMOÇO COM AS ESTRELAS”, prestigiando mais de vinte mulheres que brilham em suas diversas esferas de atuação; sejam empresárias, executivas, magistradas, advogadas e demais profissionais.    [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="tribuna forense" border="0" alt="tribuna forense" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/festarc1.jpg" width="370" height="495" /><font color="#0000ff" size="2" face="Arial">Sônia Guedes, Rita de Cássia Andrade e Messina Palmeira</font></p>
<p align="center"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Festa-RC2" border="0" alt="Festa-RC2" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/festarc2.jpg" width="370" height="552" /><font size="2"><font face="Arial">&#160;<font color="#0000ff">Rita de Cássia Andrade, sorrindo para a vida!!</font></font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">A Coluna RCVIPS, promoveu agradável almoço no Buffet Casa Roccia, distinguindo como “ALMOÇO COM AS ESTRELAS”, prestigiando mais de vinte mulheres que brilham em suas diversas esferas de atuação; sejam empresárias, executivas, magistradas, advogadas e demais profissionais.      </p>
<p>A Juíza Rita de Cássia Andrade foi uma das homenageadas do evento. Na foto acima com buquê de rosas vermelhas feito carinhosamente em Recife para a ocasião.</font></p>
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		<title>Tarsila do Amaral - autora do radical movimento antropof&#225;gico na identidade cultural brasileira.</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>

		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

		<category><![CDATA[abapuru]]></category>

		<category><![CDATA[brasil]]></category>

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&#160;Abaporu (1928)

Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. 
Tarsila Estudou no Colégio Sion, e completou seus Estudos em Barcelona, na Espanha, tendo pintado o seu 1º quadro aos 16 anos de idade denominado &#34;Sagrado Coração de Jesus&#34;. Em 1906 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000" size="3" face="Arial"></font></p>
<p align="center"><font face="Arial"><font color="#000000" size="3"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Abaporu" border="0" alt="Abaporu" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/abaporu1.jpg" width="370" height="357" /><font color="#0000ff" size="2">&#160;</font></font><font color="#0000ff" size="2">Abaporu (1928)</font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial"></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. </font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Tarsila Estudou no Colégio <b>Sion</b>, e completou seus Estudos em Barcelona, na Espanha, tendo pintado o seu 1º quadro aos 16 anos de idade denominado <b>&quot;Sagrado Coração de Jesus&quot;</b>. Em 1906 Casa-se com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se de André e começa a estudar escultura com Zadig e Mantovani em São Paulo, em 1916.</font></p>
<p><font size="3"><font face="Arial"><font color="#000000">Em 1920 embarca para a Europa com o objetivo de Ingressar na <b><i>&quot;Académie Julian&quot;</i></b>, em Paris, onde frequentou também o ateliê de <i>&quot;Émile Renard&quot;.</i></font></font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Mesmo tornando-se figura marcante no movimento modernista, Tarsila não participou da Semana de Arte Moderna. Nessa época, estava em Paris estudando na Académie Julien. Entrou em contato com o grupo modernista só quando retornou a São Paulo, no final de 1922.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1922 participou em Paris do Salão dos Artistas Franceses, tendo uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista e faz parte do &quot;grupo dos cinco&quot; juntamente com Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Anita Malfatti. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1923 Tarsila volta à Europa e começa a ter contato com os modernistas: Albert Gleizes, Fernand Léger e Blaise Cendrars. No ano de 1924. Volta ao Brasil e percorre as cidades históricas mineiras em companhia do escritor francês Blaise Cendrars. Deslumbrada com a decoração popular das casas dessas cidades, assimilou a tradição barroca brasileira às recém-adquiridas teorias e práticas cubistas e criou uma pintura que foi denominada Pau-Brasil. Essa pintura inspirou um movimento, variante brasileira do cubismo, e influenciou Portinari.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Foi também em 1924 que Tarsila se casa com Oswald de Andrade, vindo a se separar em 1930.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1926 Tarsila expôs na galeria Percier em Paris. Iniciou-se então sua fase antropofágica, de retorno ao primitivo, da qual o exemplo mais notável é o quadro &quot;Abaporu&quot;. Presente na I e II Bienais de São Paulo, foi premiada na primeira. Na Bienal de São Paulo de 1963, sala especial foi dedicada à retrospectiva de sua obra. Foram apresentadas suas diversas fases e deu-se destaque ao quadro &quot;Operários&quot; (1933), da fase social, em que as cores são mais sombrias mais a nitidez anterior é conservada. Outra obra do mesmo período é &quot;Segunda classe&quot;.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1934 ela passa a viver com o escritor Luís Martins, com quem manteve uma união de quase vinte anos. De 1936 a 1952, trabalha como colunista nos <i>&quot;Diários Associados&quot;</i>.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Tarsila esteve ainda representada na mostra Arte Moderna no Brasil (1957), na XXXII Bienal de Veneza (1964) e na mostra Arte da América Latina desde a Independência (1966). Em 1960 o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra. Entre suas demais telas destacam-se &quot;A negra&quot;, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, e &quot;São Paulo&quot;, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Tarsila morreu em São Paulo SP em 17 de janeiro de 1973.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Tarsila do Amaral possui um belo Acervo de Obras que estão divididos em vários museus de todo o mundo dentre as suas Obras as mais importantes foram:</font></p>
<p><font size="3"><font face="Arial"><font color="#000000"><b><i>&quot;Pau-Brasil&quot;</i></b>, que foi iniciada em 1924, uma importante obra dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. </font></font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1928 Pinta a Obra mais Conhecida de Tarsila que é o <b><i>&quot;Abaporu&quot;</i></b>, que foi criada por Tarsila para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a Tela e cria o movimento <i>&quot;Antropofágico&quot;</i>.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">A obra<b> “Abaporu”</b> (do </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_tupi-guarani"><font color="#000000" size="3" face="Arial">tupi-guarani</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> <i>aba</i> e <i>poru</i>, &quot;homem que come) é um </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quadro"><font color="#000000" size="3" face="Arial">quadro</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> em pincel sobre tela. Hoje é a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta no </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Arte_Latino-Americana_de_Buenos_Aires"><font color="#000000" size="3" face="Arial">Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> (MALBA).</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">A obra <b>“Abaporu”,</b> compõe-se de um homem, o </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol"><font color="#000000" size="3" face="Arial">Sol</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> e um </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cacto"><font color="#000000" size="3" face="Arial">cacto</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> - inspirou </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswald_de_Andrade"><font color="#000000" size="3" face="Arial">Oswald de Andrade</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial"> a escrever e criar o </font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manifesto_Antrop%C3%B3fago"><font color="#000000" size="3" face="Arial">Manifesto Antropófago</font></a><font color="#000000" size="3" face="Arial">, com a intenção de &quot;deglutir&quot; a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Em 1933 pinta o quadro <b><i>&quot;Operários&quot;</i></b> e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Nos anos 50 volta ao tema <b><i>&quot;Pau brasil&quot;</i></b>. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Mais Tarsila deixou muitas obras importantes como:<b> Antropofagia, Urutu, Lago, Sol Poente,</b> entre outras, que jamais serão Esquecidas.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Sua obra pode ser dividida em três fases. </font></p>
<p><font size="3"><font face="Arial"><font color="#000000">Na primeira, denominada Pau-Brasil, Tarsila, influenciada pela construção geométrica de Léger, integra à sua pintura temas brasileiros e as cores caipiras das cidades barrocas mineiras, dos subúrbios das grandes cidades e do universo rural. Alguns dos quadros dessa fase: <b>A Negra </b>(<b>1923), Rio de Janeiro (1923), São Paulo (1924), O Mamoeiro (1925), O Vendedor de Frutas (1925) e Palmeiras (1925) . </b></font></font></font></p>
<p><font size="3"><font face="Arial"><font color="#000000">Com o <b>“Abaporu”</b> (1928), iniciou a segunda fase, a Antropofágica. Rompendo sua relação tranqüila com o mundo real e usando cores telúricas, uniu o onírico e o fantástico a temas primitivistas e nativistas, que se deformam e se confundem com o sonho. Outras obras da fase<b>: O Ovo (1928), O Lago (1928), Boi na Floresta (1928), O Sono (1928) e Antropofagia (1929 .</b></font></font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">O terceiro momento, o Social, é iniciado com o quadro <b>Operários (1933</b>), após viagem à União Soviética. Tarsila participou de coletivas no exterior e das primeiras Bienais de São Paulo (1951 e 1953), merecendo uma sala especial em 1963. Em 1964, apresentou-se na 32ª Bienal de Veneza.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Tarsila do Amaral faleceu em São Paulo no dia 17 de Janeiro de 1973.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">“Em 1998, em homenagem ao 70º aniversário da criação do movimento antropófago, 24ª Bienal – a maior mostra de artes plásticas do hemisfério sul-, tendo por tema a antropofagia, procurou reunir artistas do mundo inteiro que, de alguma forma, devoraram outros no sentido pretendido por Oswald de Andrade.</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">O professor Nicolau Sevcenko, a propósito da mostra, comenta o projeto de Tarsila e Oswald:</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Nos anos 20 o foco do debate artístico passa a ser centrado nos surrealistas. O que eles propõem é um mergulho nas profundezas do imaginário para, de um lado, reencontrar a espontaneidade dos instintos, de outro, expor o conteúdo autoritário, repressivo e castrador da cultura européia (&#8230;)</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">O símbolo da entropofagia era crucial nesta operação. Tratava-se de afinal de um ato visceral: matar a cultura dominante, esquartejá-la e retirar dos seus interstícios a matéria palpitante e alumbrada, de que ela se nutriu e incorporou. Depois, redigerir essa matéria e trazer de volta à vida o que havia sido explorado, consumido e anulado. (literatura Brasileira – William R. Cereja e Thereza . Magalhães, Ed. Atual).</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">A obra <b>“Abaporu”</b> é o cartão de visita do Museu de Arte Latino-Americano de Bueno Aires (MALBA), sendo a obra mais concorrida pelos visitantes, colecionadores,&#160; marchand, e apreciadores do gênero, ao lado de nomes ilustres como Di Cavalcanti, Cândido Portinari e outros.Um verdadeiro orgulho do povo brasileiro e dos portenhos.</font></p>
<p><font color="#0000ff" size="2" face="Arial">Rita de Cássia Andrade</font></p>
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		<title>Emo&#231;&#227;o e raz&#227;o</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 13:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

		<category><![CDATA[beijo]]></category>

		<category><![CDATA[calor]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Trago dentro de mim a esperança do teu beijo, do teu abraço, do teu amor, do teu carinho;
Trago dentro de mim as cicatrizes causadas pelo teu egoísmo, pela tua frieza, e ao mesmo tempo pela ausência de calor humano que é fonte de transformação interior;
Trago dentro de mim a tua repulsa, a tua defesa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="tribuna-forense" border="0" alt="tribuna-forense" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/tribunaforense.jpg" width="370" height="253" /> </p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Trago dentro de mim a esperança do teu beijo, do teu abraço, do teu amor, do teu carinho;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Trago dentro de mim as cicatrizes causadas pelo teu egoísmo, pela tua frieza, e ao mesmo tempo pela ausência de calor humano que é fonte de transformação interior;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Trago dentro de mim a tua repulsa, a tua defesa, a tua resistência sem causa, a tua instabilidade emotiva;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Trago dentro de mim o desejo vigoroso de esquecer-te para sempre, tornar-te distante como as profundezas dos sete mares, que a tua lembrança seja natural a dos seres comuns, que não incomoda, não perturba, não conflita;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Trago dentro de mim esse descompasso emocional, que se manifesta com certa alegria, que se manifesta com certo ressentimento, que se manifesta com certa tristeza, que se manifesta, sobretudo, como uma punição de mim mesma.</font></p>
<p><font color="#0000ff" size="2" face="Arial">C. Lunna</font></p>
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		<title>Simp&#243;sio Brasil-Canad&#225;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 19:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>

		<category><![CDATA[canadá]]></category>

		<category><![CDATA[rita de cássia andrade]]></category>

		<category><![CDATA[simpósio]]></category>

		<category><![CDATA[tribuna forense]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;

A juíza Rita de Cássia Andrade está se preparando para participar de Simpósio sobre Direito do Consumidor no Canadá, promovido pela Escola Nacional da Magistratura – ENM.&#160; 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="" border="0" alt="" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/fotohotel.jpg" width="370" height="487" /></p>
<p align="justify"><font color="#000000" size="3" face="Arial">A juíza Rita de Cássia Andrade está se preparando para participar de Simpósio sobre Direito do Consumidor no Canadá, promovido pela Escola Nacional da Magistratura – ENM.&#160; </font></p>
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		<title>O que toca e me toca&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 12:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[amor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;Luan Santana
Você não sabe o que é amor
Não use mais o plural,     Não fale de nós dois como se tudo ainda fosse igual      Não tente se desculpar,      Você não tem moral pra me dizer que sabe o que é amar  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Luan Santana" border="0" alt="Luan Santana" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/luansantanai.jpg" width="370" height="414" /><font size="2"><font color="#0000ff" face="Arial">&#160;<strong>Luan Santana</strong></font></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial"><strong>Você não sabe o que é amor</strong></font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Não use mais o plural,     <br />Não fale de nós dois como se tudo ainda fosse igual      <br />Não tente se desculpar,      <br />Você não tem moral pra me dizer que sabe o que é amar      <br />Te juro, nunca mais      <br />Nunca mais vou me entregar</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Pode ir, tudo bem     <br />Você não sabe o que é gostar de alguém      <br />Pode rir, tô legal      <br />E o que eu sofri espero que não sofra igual      <br />Fiquei mal mas passou      <br />Você não sabe o que é amor</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Não fale mais do futuro     <br />Não fique aí pensando que eu giro em torno do seu mundo      <br />Não vamos mais se enganar      <br />Tem marcas nessa vida que o tempo não vai apagar      <br />Eu te juro, nunca mais, nunca mais vou me entregar</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Pode ir, tudo bem     <br />Você não sabe o que é gostar de alguém      <br />Pode ir, tô legal      <br />E o que eu sofri espero que não sofra igual      <br />Fiquei mal mas passou      <br />Você não sabe o que é amor&#8230;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">&quot;Olhando em meu olhar você vai perceber que não há mais tempo pra nós dois     <br />Eu te amei do jeito mais profundo que alguém pode amar outra pessoa      <br />Mas eu desisto de você      <br />Acabou! acabou&#8230;&quot;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Pode ir     <br />Tudo bem você não sabe o que é gostar de alguém      <br />Pode rir tô legal      <br />E o que eu sofri espero que não sofra igual      <br />Fiquei mal mas passou      <br />Você não sabe o que é amor</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Pode ir, tudo bem     <br />Você não sabe o que é gostar de alguém      <br />Pode rir, tô legal      <br />E o que eu sofri espero que não sofra igual      <br />Fiquei mal mas passou      <br />Você não sabe o que é amor&#8230;</font></p>
<p><font color="#000000" size="3" face="Arial">Você não sabe o que é amor&#8230;     <br />Você não sabe o que é amor&#8230;.</font></p>
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		<title>Pensamento do dia</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 03:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<category><![CDATA[mahatma ghandi]]></category>

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		<description><![CDATA[A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita. Mahatma Gandhi

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><font color="#000000" size="4"><font face="Arial">A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita. <font color="#0000ff" size="3"><em>Mahatma Gandhi</em></font></font></font></p>
</blockquote>
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		<title>Dia dos pais</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 12:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[

“Uma das coisas mais bacanas é ouvir outra pessoa lhe chamar de pai. Para aqueles que já perderam seus pais vale a lembrança carinhosa. Aos pais distantes, separados, qualquer comunicação vale a pena; manter esse elo é essencial. Nosso abraço a todos os pais pelo seu dia.” (Rita de Cássia Andrade) 



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<ul>
<li><font color="#000000" size="4"><font face="Arial">“Uma das coisas mais bacanas é ouvir outra pessoa lhe chamar de pai. Para aqueles que já perderam seus pais vale a lembrança carinhosa. Aos pais distantes, separados, qualquer comunicação vale a pena; manter esse elo é essencial. Nosso abraço a todos os pais pelo seu dia.” <font color="#0000ff" size="2">(Rita de Cássia Andrade) </font></font></font></li>
</ul>
</ul>
<p><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="" border="0" alt="" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/paiefilho.jpg" width="420" height="377" /></p>
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		<title>Frase do dia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 17:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<description><![CDATA[“Tudo que começa, cedo ou tarde, bem ou mal, vai acabar! A gente só precisa decidir se é pra lamentar ou sorrir”. (Hugo Machado)

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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><font color="#000000" size="4"><font face="Arial">“Tudo que começa, cedo ou tarde, bem ou mal, vai acabar! A gente só precisa decidir se é pra lamentar ou sorrir”. <font color="#0000ff" size="2">(Hugo Machado)</font></font></font></p>
</blockquote>
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		<title>Rita de C&#225;ssia &#8211; Doutorado em Bueno Aires</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 13:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita de Cassia Martis Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As doutorandas Marcela Padovan e Rita de Cássia Andrade      saindo da Universidade
&#160;  As amigas Marcela e Rita no interior da Universidade
&#160;&#160;O Prof. Ramiro Guerrero ladeado pelas alunas Marcela e Rita 
&#160; Rita de Cássia Andrade na Livraria Ateneu na Santa Fé
&#160;Suely Calais Guerra (BH) e Rita de Cássia Andrade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 01" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 01" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/5.jpg" width="469" height="358" /><font color="#0000ff" size="2">As doutorandas Marcela Padovan e Rita de Cássia Andrade      <br /></font><font color="#0000ff" size="2">saindo da Universidade</font></p>
<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 02" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 02" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/6.jpg" width="470" height="358" />&#160; <font color="#0000ff" size="2"> As amigas Marcela e Rita no interior da Universidade</font></p>
<p align="center">&#160;<img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 03" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 03" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/11.jpg" width="470" height="620" />&#160;<font color="#0000ff" size="2">O Prof. Ramiro Guerrero ladeado pelas alunas Marcela e Rita </font></p>
<p align="center">&#160;<img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 04" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 04" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/9.jpg" width="470" height="358" /> <font color="#0000ff" size="2">Rita de Cássia Andrade na Livraria Ateneu na Santa Fé</font></p>
<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 05" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 05" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/19.jpg" width="470" height="620" />&#160;<font color="#0000ff" size="2">Suely Calais Guerra (BH) e Rita de Cássia Andrade em encontro feliz no Hotel Alvear</font></p>
<p align="center"><font color="#0000ff" size="2"></font><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 06" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 06" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/15.jpg" width="470" height="358" /><font color="#0000ff" size="2">Rita e Suely em um brinde pelo reencontro em terras portenhas</font></p>
<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 07" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 07" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/14.jpg" width="470" height="620" />&#160;<font color="#0000ff" size="2">Rita de Cássia Andrade no hall do Hotel Alvear</font></p>
<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 08" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 08" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/3.jpg" width="470" height="358" /><font color="#0000ff" size="2">Rita de Cássia Andrade, em visita ao gabinete da     <br />Presidente Cristina Kirchner</font></p>
<p align="center"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Buenos Aires - Tribuna Forense 09" border="0" alt="Buenos Aires - Tribuna Forense 09" src="http://www.tribunaforense.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/4.jpg" width="470" height="620" />&#160;<font color="#0000ff" size="2">Rita de Cássia Andrade no pátio interno da Casa Rosada</font></p>
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