Arquivo da Categoria ‘Artistas’

Almoço com as estrelas

terça-feira, 31 de agosto de 2010

tribuna forenseSônia Guedes, Rita de Cássia Andrade e Messina Palmeira

Festa-RC2 Rita de Cássia Andrade, sorrindo para a vida!!

A Coluna RCVIPS, promoveu agradável almoço no Buffet Casa Roccia, distinguindo como “ALMOÇO COM AS ESTRELAS”, prestigiando mais de vinte mulheres que brilham em suas diversas esferas de atuação; sejam empresárias, executivas, magistradas, advogadas e demais profissionais.

A Juíza Rita de Cássia Andrade foi uma das homenageadas do evento. Na foto acima com buquê de rosas vermelhas feito carinhosamente em Recife para a ocasião.

Tarsila do Amaral - autora do radical movimento antropofágico na identidade cultural brasileira.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Abaporu Abaporu (1928)

Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo.

Tarsila Estudou no Colégio Sion, e completou seus Estudos em Barcelona, na Espanha, tendo pintado o seu 1º quadro aos 16 anos de idade denominado "Sagrado Coração de Jesus". Em 1906 Casa-se com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se de André e começa a estudar escultura com Zadig e Mantovani em São Paulo, em 1916.

Em 1920 embarca para a Europa com o objetivo de Ingressar na "Académie Julian", em Paris, onde frequentou também o ateliê de "Émile Renard".

Mesmo tornando-se figura marcante no movimento modernista, Tarsila não participou da Semana de Arte Moderna. Nessa época, estava em Paris estudando na Académie Julien. Entrou em contato com o grupo modernista só quando retornou a São Paulo, no final de 1922.

Em 1922 participou em Paris do Salão dos Artistas Franceses, tendo uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista e faz parte do "grupo dos cinco" juntamente com Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Anita Malfatti. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade.

Em 1923 Tarsila volta à Europa e começa a ter contato com os modernistas: Albert Gleizes, Fernand Léger e Blaise Cendrars. No ano de 1924. Volta ao Brasil e percorre as cidades históricas mineiras em companhia do escritor francês Blaise Cendrars. Deslumbrada com a decoração popular das casas dessas cidades, assimilou a tradição barroca brasileira às recém-adquiridas teorias e práticas cubistas e criou uma pintura que foi denominada Pau-Brasil. Essa pintura inspirou um movimento, variante brasileira do cubismo, e influenciou Portinari.

Foi também em 1924 que Tarsila se casa com Oswald de Andrade, vindo a se separar em 1930.

Em 1926 Tarsila expôs na galeria Percier em Paris. Iniciou-se então sua fase antropofágica, de retorno ao primitivo, da qual o exemplo mais notável é o quadro "Abaporu". Presente na I e II Bienais de São Paulo, foi premiada na primeira. Na Bienal de São Paulo de 1963, sala especial foi dedicada à retrospectiva de sua obra. Foram apresentadas suas diversas fases e deu-se destaque ao quadro "Operários" (1933), da fase social, em que as cores são mais sombrias mais a nitidez anterior é conservada. Outra obra do mesmo período é "Segunda classe".

Em 1934 ela passa a viver com o escritor Luís Martins, com quem manteve uma união de quase vinte anos. De 1936 a 1952, trabalha como colunista nos "Diários Associados".

Tarsila esteve ainda representada na mostra Arte Moderna no Brasil (1957), na XXXII Bienal de Veneza (1964) e na mostra Arte da América Latina desde a Independência (1966). Em 1960 o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra. Entre suas demais telas destacam-se "A negra", no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, e "São Paulo", na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Tarsila morreu em São Paulo SP em 17 de janeiro de 1973.

Tarsila do Amaral possui um belo Acervo de Obras que estão divididos em vários museus de todo o mundo dentre as suas Obras as mais importantes foram:

"Pau-Brasil", que foi iniciada em 1924, uma importante obra dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros.

Em 1928 Pinta a Obra mais Conhecida de Tarsila que é o "Abaporu", que foi criada por Tarsila para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a Tela e cria o movimento "Antropofágico".

A obra “Abaporu” (do tupi-guarani aba e poru, "homem que come) é um quadro em pincel sobre tela. Hoje é a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA).

A obra “Abaporu”, compõe-se de um homem, o Sol e um cacto - inspirou Oswald de Andrade a escrever e criar o Manifesto Antropófago, com a intenção de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro

Em 1933 pinta o quadro "Operários" e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes.

Nos anos 50 volta ao tema "Pau brasil". Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza.

Mais Tarsila deixou muitas obras importantes como: Antropofagia, Urutu, Lago, Sol Poente, entre outras, que jamais serão Esquecidas.

Sua obra pode ser dividida em três fases.

Na primeira, denominada Pau-Brasil, Tarsila, influenciada pela construção geométrica de Léger, integra à sua pintura temas brasileiros e as cores caipiras das cidades barrocas mineiras, dos subúrbios das grandes cidades e do universo rural. Alguns dos quadros dessa fase: A Negra (1923), Rio de Janeiro (1923), São Paulo (1924), O Mamoeiro (1925), O Vendedor de Frutas (1925) e Palmeiras (1925) .

Com o “Abaporu” (1928), iniciou a segunda fase, a Antropofágica. Rompendo sua relação tranqüila com o mundo real e usando cores telúricas, uniu o onírico e o fantástico a temas primitivistas e nativistas, que se deformam e se confundem com o sonho. Outras obras da fase: O Ovo (1928), O Lago (1928), Boi na Floresta (1928), O Sono (1928) e Antropofagia (1929 .

O terceiro momento, o Social, é iniciado com o quadro Operários (1933), após viagem à União Soviética. Tarsila participou de coletivas no exterior e das primeiras Bienais de São Paulo (1951 e 1953), merecendo uma sala especial em 1963. Em 1964, apresentou-se na 32ª Bienal de Veneza.

Tarsila do Amaral faleceu em São Paulo no dia 17 de Janeiro de 1973.

“Em 1998, em homenagem ao 70º aniversário da criação do movimento antropófago, 24ª Bienal – a maior mostra de artes plásticas do hemisfério sul-, tendo por tema a antropofagia, procurou reunir artistas do mundo inteiro que, de alguma forma, devoraram outros no sentido pretendido por Oswald de Andrade.

O professor Nicolau Sevcenko, a propósito da mostra, comenta o projeto de Tarsila e Oswald:

Nos anos 20 o foco do debate artístico passa a ser centrado nos surrealistas. O que eles propõem é um mergulho nas profundezas do imaginário para, de um lado, reencontrar a espontaneidade dos instintos, de outro, expor o conteúdo autoritário, repressivo e castrador da cultura européia (…)

O símbolo da entropofagia era crucial nesta operação. Tratava-se de afinal de um ato visceral: matar a cultura dominante, esquartejá-la e retirar dos seus interstícios a matéria palpitante e alumbrada, de que ela se nutriu e incorporou. Depois, redigerir essa matéria e trazer de volta à vida o que havia sido explorado, consumido e anulado. (literatura Brasileira – William R. Cereja e Thereza . Magalhães, Ed. Atual).

A obra “Abaporu” é o cartão de visita do Museu de Arte Latino-Americano de Bueno Aires (MALBA), sendo a obra mais concorrida pelos visitantes, colecionadores,  marchand, e apreciadores do gênero, ao lado de nomes ilustres como Di Cavalcanti, Cândido Portinari e outros.Um verdadeiro orgulho do povo brasileiro e dos portenhos.

Rita de Cássia Andrade

O que toca e me toca…

sábado, 14 de agosto de 2010

Luan Santana Luan Santana

Você não sabe o que é amor

Não use mais o plural,
Não fale de nós dois como se tudo ainda fosse igual
Não tente se desculpar,
Você não tem moral pra me dizer que sabe o que é amar
Te juro, nunca mais
Nunca mais vou me entregar

Pode ir, tudo bem
Você não sabe o que é gostar de alguém
Pode rir, tô legal
E o que eu sofri espero que não sofra igual
Fiquei mal mas passou
Você não sabe o que é amor

Não fale mais do futuro
Não fique aí pensando que eu giro em torno do seu mundo
Não vamos mais se enganar
Tem marcas nessa vida que o tempo não vai apagar
Eu te juro, nunca mais, nunca mais vou me entregar

Pode ir, tudo bem
Você não sabe o que é gostar de alguém
Pode ir, tô legal
E o que eu sofri espero que não sofra igual
Fiquei mal mas passou
Você não sabe o que é amor…

"Olhando em meu olhar você vai perceber que não há mais tempo pra nós dois
Eu te amei do jeito mais profundo que alguém pode amar outra pessoa
Mas eu desisto de você
Acabou! acabou…"

Pode ir
Tudo bem você não sabe o que é gostar de alguém
Pode rir tô legal
E o que eu sofri espero que não sofra igual
Fiquei mal mas passou
Você não sabe o que é amor

Pode ir, tudo bem
Você não sabe o que é gostar de alguém
Pode rir, tô legal
E o que eu sofri espero que não sofra igual
Fiquei mal mas passou
Você não sabe o que é amor…

Você não sabe o que é amor…
Você não sabe o que é amor….

Dia dos namorados

sábado, 12 de junho de 2010

Já que sábado é o dia dos namorados, a seguir, onde escrevi "namorado" leiam também "namorada", pois me refiro ao estado de "enamoramento", seja homem ou mulher.
Namorado (ou namorada) é:

           * quem tem a certeza de que seja como for a vida sem (ele) (ela) seria pior;

        * um pedaço de possibilidade em forma de deslumbramento. É um clima, um estado especial, uma espécie de vertigem  com  gosto de chegada à lua misturado com refresco de pitanga;

        * o amor que está ao lado, o possível, o adivinhado, o portador das nossa melhores expectativas; a forma do nosso exato modelo; o cheiro e gosto de pele das indefiníveis atrações vindas não se sabe de que encarnações;

        * o eterno proibido, porque é sempre aquele que ainda vai conseguir. Mesmo de quem pode. É o estado de sentir antes de qualquer encontro todas as suas descobertas, mesmo as impossíveis, pouco importa se entre casados, solteiros, noivos, viúvos ou namorados mesmo;

        * o que sempre acaba voltando: em carne e osso ou 40 anos depois sentado no trono dourado de uma fantasia, lembrança, amargura, saudade doce, breve recordação ou vivência nunca morta;

        * tudo o que represente o melhor de cada um de nós, distribuído em mil feixes de luz. São as luzes das partes nossas que nunca alcançamos; das vontades que não satisfizemos nem satisfaremos; dos sentimentos que jamais envelheceram; dos sonhos que negam-se a apagar, porque deles se nutre nossa a ânsia de viver, num mundo onde os namoros são a prova de que as pessoas estão ávidas para o encontro mais profundo com o que são e gostariam de trocar.

    Namorado não é quem assim se denomina, como se namorar fosse o começo de uma escala hierárquica que depois continua com noivado e casamento. Namorado é o noivo, o marido, o amante, o tímido desejoso, o fiel impossibilitado, o  infiel aturdido, o frustrado, o reprimido, sempre que neles se riscar o fósforo da verdade e acender a luz de sua vontade.
Namorado é o ser humano em estado de amor.

Artur da Távola

Frase do dia

quinta-feira, 3 de junho de 2010

“O amor só dura em liberdade, o ciúme é só vaidade…”
Raul Seixas e Paulo Coelho

Uma paixão…

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Arnaldo Antunes

O compositor Arnaldo Antunes que também é poeta, músico, escritor, ator e performático multimídia, define as palavras como obra de arte, história, brinquedo e até peças de decoração. Elas estão em sua residência na porta da geladeira como imãs, na parede, nos espelhos, nos quadros, nas almofadas. E diz, “Elas são uma paixão. Gosto da materialidade da escrita e também do lado lúdico, brincalhão. Por isso convivo com palavras em todos os lugares.”

Concordo plenamente a linguagem escrita é muito fascinante mesmo, pois através dela podemos eternizar as nossas emoções, expressar os nossos sentimentos, materializar as nossas idéias, e também utilizá-las como um alívio de energias pesadas.

Mas as palavras nem sempre são bem decifradas, submetendo o autor da escrita a universo de interpretações e críticas. Mas pior que isso é privar-se de escrever, não exteriorizar as nossas alegrias, tristezas, o nosso estado de ânimo ou variação do espírito. Mas existem pessoas que muitas vezes preferem o silêncio a escrita, o laconismo a expressão mais fluente, pois é através do uso da palavra articulada ou escrita que, em geral, o homem se revela.

Além disso, temos a linguagem do olhar, do sorriso, corporal, gestual, artificial, cognitiva, denotativa, simbólica, visual e afetiva. A linguagem afetiva é a que exprime sentimentos e emoções que uma pessoa experimenta ou deseja provocar na alma da outra. E nesta, particularmente,  deve existir todo cuidado, principalmente quando buscamos compreender certas atitudes repentinas do interlocutor, suas mudanças de comportamento  diante de colocações  despretensiosas. E aí se fica difícil o diálogo, talvez seja o caso de se dizer: ensine-me o enigma do silêncio, e não direi sequer uma palavra, mesmo que isso me custe a renúncia de  uma UMA PAIXÃO.

Rita de Cássia Andrade

O que toca e me toca…

segunda-feira, 24 de maio de 2010

 Titãs

PORQUE EU SEI QUE AMOR

Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Porque eu sei que é amor

Composição: Sérgio Britto e Paulo Miklos

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Duas bolas, por favor!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

 

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.

Uma só.

Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.

Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.

A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de ‘fácil’).

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.

E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em “acertar”, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação…

Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem ânimo…

Às vezes dá vontade de fazer tudo “diferente”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.

Danuza Leão



Amaury Jr. faz cobertura de evento em João Pessoa

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Amaury Jr. e a juíza Rita de Cássia Andrade em recente evento social, ocasião em que a convidou para participar do sofisticado clube privê (Club A) que fica no complexo WTC, Hotel Sheraton, São Paulo capital. A primeira visita já está agendada.

O que toca e me toca…

sexta-feira, 26 de março de 2010

Rita-JoannaRita de Cássia e Joanna em momento de descontração

Aceito seu coração

Eu não pensava que você viesse pra ficar
Felicidade traz pra mim
O que passou não quero mais lembrar
Só quero ter você aqui

Em cada dia quero ver de novo renascer
O amor que nunca mais senti
Aceito o seu coração
Para ficar junto ao meu mais uma vez

Você pode não acreditar
Eu fiquei só sem ter ninguém
Todo o amor que eu guardei em mim
Sempre será só seu meu bem

Em cada dia quero ver de novo renascer
O amor que nunca mais senti
Aceito o seu coração
Para ficar junto ao meu mais uma vez

Você pode não acreditar
Eu fiquei só sem ter ninguém
Todo o amor que eu guardei em mim
Sempre será só seu meu bem

Em cada dia quero ver de novo renascer
O amor que nunca mais senti
Aceito o seu coração
Para ficar junto ao meu mais uma vez
Para ficar junto ao meu mais uma vez
Para ficar junto ao meu mais uma vez
Composição: Puruca

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